MVPs · procuro sócios
Estes são produtos meus que já saíram do papel e funcionam — mas que não viram negócio de verdade com uma pessoa só. Falta o que eu não tenho: audiência, expertise de mercado e capital. Se algum aqui fizer sentido para você, essa página é um convite.
Os projetos
Escrevo "MVP / POC" de propósito. São projetos que já provam que a coisa funciona, mas que ainda não estão na mão de um usuário final — prova de conceito com corpo, nem protótipo de slide nem produto pronto. Prefiro dizer isso a inflar o nome.
A adesão a protocolos nutricionais é quebrada por atrito: aplicativos exigem que o paciente digite tudo, e ele abandona em poucas semanas. Enquanto isso, o profissional acompanha de memória, sem dado real entre uma consulta e outra.
O MVP já executa o essencial: cadastro, definição de metas, estratégia baseada em biometria, cálculo de macros e um motor de IA que gera receitas customizadas — inclusive interpretando a foto da geladeira, para eliminar a digitação manual.
A visão maior é um ecossistema de Open Health: uma plataforma onde o usuário registra seu histórico de vida — hábitos, exames, água, treinos — e profissionais de saúde supervisionam e iteram sobre esses dados de forma integrada.
Um motor que cria episódios inteiros a partir de um único tema: varre a web em tempo real buscando as fontes mais relevantes do nicho, gera um diálogo natural ajustado ao tom da marca e sintetiza vozes que debatem o conteúdo como apresentadores reais — áudio pronto para publicar.
Funciona hoje. O que ainda não existe é o produto em volta: interface para o cliente final, planos, distribuição automática.
Você cola o endereço de um site e ele lê a identidade visual de lá — cores, tipografia, logo, tom de voz — e monta os slides já com a cara daquela marca, sem ninguém precisar abrir editor de imagem.
O caminho completo já fecha de ponta a ponta: varredura da marca, geração da copy dos slides com legenda e hashtags, renderização e exportação em ZIP e PDF. O que ainda não existe é a parte de produto — contas, créditos e cobrança.
Das 9h às 17h, todo clube de Pádel e Beach Tennis enche a quadra no esforço — e ainda assim sobra entre um terço e dois terços da faixa. Quem tem dinheiro para jogar está trabalhando nesse horário; quem está livre é criança em turno oposto de escola, e essa não tem como pagar.
A ideia é preencher essa faixa com aula, dada por um professor pago, para crianças que não praticariam o esporte de outro jeito — e fechar a conta com a Lei Federal de Incentivo ao Esporte e o Pró-Esporte RS, em que a empresa direciona imposto que já devia. O clube é pago, não doa. A turma chega pela Secretaria de Educação, não por anúncio.
Isto é o mais inicial desta página: não existe nada construído, e não é para existir agora. A vontade, essa sim, vem de 2021 — em 2022 a GoBora apoiou um projeto de tênis de mesa na ESEF/UFPel com dinheiro do próprio caixa, até onde o fôlego alcançava. É esse teto que o incentivo fiscal derruba.
Ver a ideação completa — o modelo, o cenário passo a passo e o que eu ainda não sei →
Algum desses conversa com o que você já faz? Não precisa vir com proposta pronta — me chama e a gente pensa junto se dá liga.
Falar sobre sociedadePor que estou dizendo isso em público
Eu consigo construir o produto — isso está demonstrado no resto deste site. O que não se resolve sozinho no computador é acesso a mercado, validação com quem vive o problema todo dia e fôlego financeiro para atravessar a fase em que ainda não entra receita.
Prefiro dizer isso abertamente a fingir que está tudo pronto. Se você tem uma dessas peças e o problema te interessa, vamos conversar sem compromisso.
Se você é da saúde, de mídia ou investe em estágio inicial, me escreve. Mostro o produto funcionando e falo com transparência sobre números, riscos e o que ainda não sei.
Vamos conversar?
Escolha o canal que preferir — eu respondo em todos, e prometo resposta de gente, não de robô.